Determinar materialidade global

Determinar materialidade global

A materialidade global, a que domina todo o trabalho de auditoria, se estabelece como referência para a opinião e se define na aba “Materialidade” dentro das funções de Risco/Materialidade segundo vemos na seguinte imagem: 



Nesta janela podemos definir: 

  1. Norma de contabilidade: Campo cujos dados se usarão como base para os cálculos de materialidade. Este ponto é importante pois os dados da base indicada copiam-se sobre uma base automática que gerencia o programa e recebe a denominação de "Materialidade”. Por padrão, ao fazer uma importação de dados a base “Direito mercantil” é a que se copia sobre a base “Materialidad”. Posteriormente, fazem-se mudanças durante o trabalho (ajustes, etc...) estes não repercutem na base “Materialidade”, senão que esta comunica os dados como importados inicialmente, e assim deve ser, pois em outro caso os critérios de materialidade mudariam arbitrariamente. Não obstante, pode interessar actualizar os dados usados para a determinação da materialidade quando há mudanças importantes nos dados do cliente e queremos redefinir os aspectos planificados. Esse extremo deveremos considerá-lo sempre que façamos uma nova importação dos dados de nosso cliente (p.e., o caso mais habitual dá-se ao trabalhar com dados “interinos” e depois com dados “finais”; se ao receber os dados finais comprovámos que não se produziram mudanças de importância que aconselhem redefinir o planejamento feito com os dados interinos, não devemos deixar que ao fazer a importação de dados finais se modifiquem os dados do campo “Materialidade”).
  2. Unidades de medida (ou determinantes da materialidade): DATEV Audit permite-nos selecionar 4 possíveis valores de referência a partir dos quais elegemos o valor de Materialidade. Podem ser tomado dentro as diversas partidas e cálculos do Balanço e a DRE. Assim mesmo também podemos selecionar os limites de cálculo (%) que desejemos aplicar.
  3. Determinar limite de materialidade: Neste ponto podemos selecionar o valor de Materialidade em base a diversos critérios sobre os valores indicados mais acima (o maior, o menor, o médio, a média, etc...) ou bem estabelecer o valor manualmente.
  4. Determinar o erro máximo tolerável: Definição de uma percentagem da materialidade definida anteriormente para trabalhar com um segundo critério de materialidade. Exemplo: 90%/10%
  5. Determinação do limite da materialidade para lançamentos de transferência ou para reclassificação: A seguir, definem-se os limites de materialidade para lançamentos, podendo selecionar os critérios que o auditor estime oportunos. Estes parâmetros afetarão ao registro de ajustes e reclassificações individuais, de maneira que em todo momento teremos informação a respeito de se um lançamento concreto é ou não material de acordo com estes controles. 
  6. Apresentação dos para lançamentos: Por último, em Apresentação dos para lançamentos decidimos de que modo queremos que o programa nos advirta de se um lançamento é material ou não. Podemos escolher que não nos avise em nenhum caso, que o faça naqueles cujo valor é inferior à materialidade, ou no caso mais habitual que nos indique aqueles assentos cujo valor excede os critérios de materialidade para lançamentos.